terça-feira, 22 de março de 2011
Diário de uma escritora chamada Vivi
Todo mundo tem uma história. E toda história tem um começo. É aqui onde o meu começa. Afinal, um dia, decidi largar tudo para ser escritora e aqui estou eu, vivendo a minha história um pouquinho de cada vez…
Criei um blog com o propósito de compartilhar a minha nova caminhada. De escritora. E, com ele, aprender comigo mesma, trocar ideias com pessoas que estejam na mesma situação que eu – que querem ser escritores ou já são e pretendem publicar/já publicaram -, contar os momentos difíceis e divertidos da profissão e traçar desde o início uma rota de tentativas e erros, caso um dia eu tenha que voltar e começar tudo de novo. Afinal, desistir não é uma opção!
Confira: Diário de uma escritora chamada Vivi
Hasta la vista!
ATENÇÃO: Não abandonarei este blog. Apesar de ter encontrado finalmente a minha Neverland, a vida só começou e estarei sempre aqui em busca de novos sonhos! Ouviram? Não deixem de ler Finding My Neverland!
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quinta-feira, 29 de julho de 2010
Palavra do dia? Reunião!
- ELA VAI TENTAR O SUICÍDIO SE NÃO PUSER AS MÃOS NESSE KIT!!! - gritou a amiga desesperada durante o sorteio dos kits Reunião Sombria, quase no final do evento de lançamento do livro 'Diários do Vampiro - Reunião Sombria.
A Saraiva Megastore do Rio Sul até que encheu mais do que eu tava esperando no dia 24 de julho (sábado). Quando cheguei às 15:40 com o meu Argentino, encontrei com a Frini e o Rafael, bati um papinho e aparentemente não vi ninguém cuja testa brilhasse os dizeres 'Evento de Diários do Vampiro! Weee!', então relaxei, coloquei minha bolsa de lado e fui procurar elástico, pq a Frini havia me pedido para ajudar.
Assim que a moça legal, funcionária da Saraiva trouxe as cadeiras e as posicionou de acordo, imediatamente - reparem no acordo ortográfico - umas 10 pessoas se sentaram. Daqui a pouco mais cinco e depois mais cinco e por aí vai... Nessa hora, meu namorado já tinha se perdido pela livraria, a Renata, lá da Editora Galera, já tinha chegado, e a Frini já se preparava para começar!
Uns 10 minutos depois de muitos flashes, a Frini começou contando sobre o evento, o que ia ser dito, mostrado, e - o mais bacana de todos - o quê ia ter de sorteio no final e (ueba!) quizz para todos os gostos (porém entre apenas os dois; Stefan ou Damon, é claro!)
Olha! Foi muito bacana! Me fez voltar no tempo na época em que eu tinha a Ordem Potteriana para cobrir a carência de falar sobre Harry Potter e conhecer pessoas que eram tão viciadas quanto eu. Era o máximo trabalhar com a equipe da organização e quando a gente via o resultado do que havia sido o evento Potterrio, dava até vontade de chorar. Era o maior barato! Saudades imensas disso!
Durante o evento, a Frini mostrou pra gente o video da entrevista que ela fez com a autora dos livros 'Diários do Vampiro' (L.J. Smith), com direito a um MEGA SPOILER super bacana (se vc quer saber qual é o spoiler, leia até o final e insiste um pouco mais ainda)! As meninas adoraram saber das novidades que vêm por aí com os próximos livros da série. Foram discutidas as capas internacionais e nacionais (pela atitude do pessoal, eles gostaram bem mais das capas da Galera, hihi) Ponto pra nós da Editora! E quando chegou o momento em que todos estavam esperando (sorteio), a garotada já tava histérica! E a Giu morrendo de rir. :) E a Renata não parava de tirar fotos com a super hiper mega máquina fodona da Nikon, e eu subi no 'mini-palco' para ajudar a Frini a sortear os nomes e - por fim - meu namorado já voltara e sumira novamente. =)
To sum up, o evento foi completinho! O sorteio foi cheio de alegria, risadas, histerias e gente querendo tentar o suicídio, caso não ganhasse o kit vampiro. Mas também... deveras, né? O kit é super fofo!

Agora não vejo a hora de chegar sábado que vem para comparecer ao meu primeiro Clube do Livro. Yay! O assunto é interessante, pelo menos, risos. 'O que você está lendo?' - que é justamente o slogan de Skoob (mídia social voltada para o mundo literário).
Hasta la vista!
*Spoiler Diários do Vampiro: A autora disse (e nós escutamos o áudio da VOZ DELA, ou seja, não é enganação) que Damon voltará como humano em algum momento da série! =) Mas depois, é claro, para não ser muito má, ela devolverá seu título de bad-boy-vampiro, pq é desse jeito que a gente gosta dele, não é verdade?! =)
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domingo, 25 de julho de 2010
Palavra do dia? Escritor!
Dia do Escritor pra mim é que nem Dia das Crianças. É feliz, merece ser homenageado e dá vontade de escrever e só fazer isso o dia inteiro.
Infelizmente não foi isso o que fiz. Da mesma forma que não brinco o dia inteiro no Dia das Crianças. :P Mas até que meu dia poderia ter sido escrito como mais um capítulo da história da minha vida. Pq afinal o dia de hoje foi completo: tranquilo, com direito a muito descanso, mimo do meu namorado, cheesebúrgueres, videogame, Monstros S.A, cerveja, risadas, jogo de futebol, alguns outros mimos, banho (apesar de sábado ter sido ontem), jantar... Pegou a ideia?
Mais tarde ainda pude me divertir com as fotos de ontem - lançamento do livro Reunião Sombria, na Saraiva do Rio Sul. Muito bacana! Adorei!! Semana que vem tem Clube do Livro lá de novo e minha presença tá mais que confirmada. Yuupiii!
Hoje, também - pelo que eu acabei de ficar sabendo -, ainda está rolando o evento Convenção Sombria lá em São Paulo! Tô louca para ver as fotos de todos fantasiados, dos prêmios, das pessoas, minha chefe de Medusa, do lugar... Só a @galerarecord junto com o MKT da Editora para organizar uma coisa assim tão mega universalmente e absurdamente FODA!
To me sentindo uma adolescente de novo. A maneira de escrever, o assunto, o vocabulário... Às vezes me lembro de como era simples ir a um evento de fã, participar de quizzes, sorteios e me vestir de maneira 'apropriada'... A gente faz de conta que não existe mais nada além daquele momento. E era assim que me sentia quando a Ordem Potteriana organizava eventos de Harry Potter. Saudades imensas disso tudo.
Agora vou indo nessa, pois o Brasil tá vencendo de 2X0 contra a Rússia na Liga Mundial de Vôlei e eu to perdendo os melhores lances, risos.
Hasta la vista!
Infelizmente não foi isso o que fiz. Da mesma forma que não brinco o dia inteiro no Dia das Crianças. :P Mas até que meu dia poderia ter sido escrito como mais um capítulo da história da minha vida. Pq afinal o dia de hoje foi completo: tranquilo, com direito a muito descanso, mimo do meu namorado, cheesebúrgueres, videogame, Monstros S.A, cerveja, risadas, jogo de futebol, alguns outros mimos, banho (apesar de sábado ter sido ontem), jantar... Pegou a ideia?
Mais tarde ainda pude me divertir com as fotos de ontem - lançamento do livro Reunião Sombria, na Saraiva do Rio Sul. Muito bacana! Adorei!! Semana que vem tem Clube do Livro lá de novo e minha presença tá mais que confirmada. Yuupiii!
Hoje, também - pelo que eu acabei de ficar sabendo -, ainda está rolando o evento Convenção Sombria lá em São Paulo! Tô louca para ver as fotos de todos fantasiados, dos prêmios, das pessoas, minha chefe de Medusa, do lugar... Só a @galerarecord junto com o MKT da Editora para organizar uma coisa assim tão mega universalmente e absurdamente FODA!
To me sentindo uma adolescente de novo. A maneira de escrever, o assunto, o vocabulário... Às vezes me lembro de como era simples ir a um evento de fã, participar de quizzes, sorteios e me vestir de maneira 'apropriada'... A gente faz de conta que não existe mais nada além daquele momento. E era assim que me sentia quando a Ordem Potteriana organizava eventos de Harry Potter. Saudades imensas disso tudo.
Agora vou indo nessa, pois o Brasil tá vencendo de 2X0 contra a Rússia na Liga Mundial de Vôlei e eu to perdendo os melhores lances, risos.
Hasta la vista!
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quarta-feira, 23 de junho de 2010
Palavra do dia? Perfil!
O dia inteiro me percebi sensível. Talvez por conta dos últimos acontecimentos, do cansaço, do esgotamento... Na faculdade, o professor mandou escrever um perfil - qualquer um que nós quiséssemos - para a prova A2. Escolhi a minha mãe. Como eu disse, estou sentimental hoje.
Eis o que saiu de mim em sala de aula ao som de trilhas sonoras antigas do meu Ipod.
Tem gente que desde pequena sabe exatamente o que vai fazer da vida. Sabe quem é, pra quê veio e por quê veio. Não tem medo do amanhã, apesar dos receios comuns das conseqüências que suas próprias escolhas podem trazer para as pessoas próximas que as rodeiam... Têm prazer de viver e trazer felicidade aos outros, mesmo que isso signifique abrir mão da própria. Bem... Uma dessas pessoas é a minha mãe.
Maria de Lourdes Maurey de Souza nasceu no dia 21 de março de 1949, cuja data também celebra o aniversário de Johann Sebastian Bach e Ayrton Senna. Nessa época o mundo ainda se acertava com o final da 2ª Guerra Mundial e passava por uma breve calmaria que tornava os países lugares inseguros e solitários.
Foi numa pequena cidade chamada Patrocínio, em Minas Gerais que Lourdinha (como era chamada em seus tempos de criança e por amigos próximos até os dias de hoje) trouxe ao mundo seu sorriso perfeito, sem defeitos, de causar inveja nas mulheres ciumentas. Porém, seu sorriso duraria pouco, pois sua mãe falecera logo em seguida e seu pai, que talvez tenha tido seus próprios motivos, a deixou num orfanato para ser sorteada pelo destino. Seus seis irmãos também seguiram o mesmo caminho, todavia em Instituições com endereços distintos.
Sua felicidade só foi encontrada aos seis anos de idade, quando finalmente ganhou uma família de verdade. Os pais acolheram-na com amor e lhe presentearam com uma vida tranquila, inclusive quando se mudaram para a Cidade Maravilhosa, completamente diferente de sua vida simples em Minas.
Embora seu sonho fosse se tornar uma famosa bailarina, Libi (apelido que adotou na profissão), sempre muito comunicativa, tomou um outro caminho artístico: o de ser professora. De qualquer forma, desde que nascera, reservara seu talento para as artes. Além da dança, canto sempre fora seu hobby predileto. E como ministrar uma classe, seja ela em grupo ou individual, também requer talento e criatividade, descobriu que havia se encontrado num perfil que sempre soubera que lhe pertencia.
1ª da classe e dos concursos do Colégio Sagrado Coração de Maria, Libi se formou em Letras na Puc RJ e seguiu a profissão na própria Instituição durante anos. Junto com seu passado de intercâmbio e moradia por 6 anos nos EUA – que lhe trouxeram uma visão de mundo mais aberta e mais desafiadora, foi construindo aos poucos um legado que – certamente - não se alcança sem um talento nato.
Como a vida é uma caixinha de surpresas e a gente às vezes se engana nas escolhas para mais tarde aprendermos com isso, minha mãe fez aquela escolha que os cientistas diriam “esse foi o momento de corte do destino. Foi aqui que ela dividiu as histórias nos mundos paralelos”. Papo de louco? Talvez. Ela jamais vai saber. Pois o homem com que ela se casou e que não lhe trouxe felicidade, é também pai de seus dois filhos que são o seu maior tesouro; um rapaz e uma menina. Por ele, largou o emprego, seus sonhos e, durante algum tempo, seu talento... Para realizar os sonhos dele. De terminar o ginásio, o segundo grau, em seguida fazer uma faculdade e, finalmente, seguir a vida como um intelectual.
Por ele, tudo isso valia a pena, afinal, a felicidade de meu pai era a sua felicidade. Apesar disso, Cláudio não soube aproveitar a chance e manchou por um tempo a história dessa personagem.
Agora Libi tinha dois filhos pequenos e uma mãe doente para cuidar. Pelo menos tinha seu talento. Até porque sua família praticamente toda já havia morrido. E mesmo com todas as circunstâncias apontando para o desastre, minha mãe conseguiu criar seus filhos, num mundo que mudava cada vez mais rápido, levando seu passado cada vez mais para longe, tirando tudo que era de seu conhecimento e trazendo assuntos complicados que agora só os filhos entendiam.
Seus cabelos louros, seus milhões de namorados, sua jovialidade: o mundo dela podia ter ficado para trás, mas minha mãe jamais deixaria de ver as mudanças com os próprios olhos. Afinal, tinha uma missão a cumprir e nada poderia vencê-la. Poliglota, escritora, tradutora e professora, ela segue em frente, vivendo dia após dia, da maneira que consegue. Uma coisa que gosta muito de dizer é que “na vida as coisas só funcionam como a gente quer, se fizermos uma coisa de cada vez”. E apesar de ter a liberdade para fazer o que a sua felicidade manda, seus objetivos incluem apenas a felicidade de seus filhos...
Coisas que só a minha mãe faz como: sair do trabalho e voltar para casa a fim de cuidar do filho doente não importando as circunstâncias, se deslocar quilômetros só para satisfazer um deles que precisa urgentemente de um bloco chamequinho ou uma fonte nova para o computador, um beijo no meio da noite por sentir saudades, conselhos de vida que só ela sabe dar, sem magoar ou trazer remorsos, atitudes que demonstram toda a devoção que ela tem por nossa vida, a minha e a de meu irmão. Gestos que falam por mil palavras e que só nos traz cada dia mais orgulho.
Ela é a prova viva de que ser mãe é um desafio competente, de que o mundo pode ter ficado para trás em sua humanidade e coerência, mas que a luta diária de seus filhos com o intuito de retribuir tudo o que ela fez e tem feito, traz esperanças de que o amanhã terá reflexos de um passado que não foi jogado fora. Que suas escolhas, mesmo que aparentemente e momentaneamente equivocadas, tornaram-se, então, perfeitas.
Hasta la vista!
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domingo, 23 de maio de 2010
Palavra do dia? John Williams!
Simplesmente pelo fato de seu nome próprio ser mais conhecido como uma palavra que é falada quase que sussurrada do que pelo nome em si... Afinal, ele é John Williams. Um gênio dos "tempos modernos", o melhor produtor musical e compositor vivo do cinema e meu ídolo desde pequena!

Pabloca e eu no Municipal - Tributo ao John Williams
A oportunidade de assistir do balcão nobre, por apenas R$1, a Orquestra Sinfônica Brasileira, as trilhas sonoras de John Williams, tocadas por profissionais bastante competentes... não tem preço. Er, digo... teve sim. 1 real. Mas poderia ter sido R$30, se tivesse conseguido comprar ingresso pela internet para sábado. E mesmo assim, não dita o valor que foi sentir um arrepio de alegria ao escutar as notas iniciais de Tubarão, as lágrimas nos olhos causadas pela celesta quando começou o tema de Harry Potter, o acelerado batimento cardíaco com o auge de Jurassic Park...
A abertura do Tributo, no Municipal, foi reservada para o tema de Superman. Começou bem. Eu não sabia se ria ou chorava. Só tinha uma ligeira noção da minha felicidade, que foi aumentando com o passar das músicas. É claro que eles guardaram Star Wars para o fim da orquestração, o que é ultra compreensível, não só por ser um dos temas mais bem reconhecidos do John Williams, mas também pela presença do Conselho Jedi do Rio de Janeiro que se divertiu com a surpresa do final.

Palco do Teatro Municipal com a Orquestra Sinfônica Brasileira
Membros do Conselho se vestiram de Stormtrooper, Vader, Chewbacca que, além das fotos, deram ao público também o tema completo da Marcha Imperial, regida pelo Darth Vader, o próprio. :P Mó barato! O pessoal adorou.

Conselho Jedi e cosplays
Antes da brincadeira final, a OSB finalizou com ET. Só depois de sair do Teatro Municipal, com o estômago gritando de fome e comendo no Amarelinho, conversando com o Argentino sobre o Tributo, que caiu a ficha. Um de nossos maiores sonhos - escutar as trilhas sonoras de John Williams com instrumentos musicais ao vivo - tinha acabado de ser realizado. E não podia ter sido melhor...
Foi ainda repassando todas as músicas na cabeça, de novo, de novo e de novo, que seguimos para a exposição de Krav Magá no Centro Cultural da Justiça Federal e mais tarde para o cinema, ver Fúria de Titãs em 3D.
O tema da exposição é sobre a arte da defesa pessoal Israelense, em homenagem ao criador do Krav Magá e aos 20 anos da arte no Brasil. A exposição conta com uma ala sobre Imi Lichtenfeld, uma sobre as técnicas, outra sobre os 20 anos da luta no Brasil e, é claro, um pouco sobre Israel. Muito boa!

Entrada da Exposição - assinatura do livro de presença
KRAV MAGÁ 2010 - EXPOSIÇÃO
Centro Cultural Justiça Federal
Período: 21/04/2010 a 06/06/2010
Galerias do 1º andar: A1/B1, C1 e D1/E1
Av. Rio Branco, 241 – Centro, Rio de Janeiro
Aberto de terça a domingo, das 12h às 19h.
Tel. (21) 3261-2550
Entrada Franca

Pablo e eu apaixonados por Krav Maga
Meu domingo foi cansativamente perfeito! Estou em paz com a minha felicidade depois de hoje. :P E qual não foi minha surpresa ao receber um e-mail de um professor da faculdade, muito querido, elogiando meu blog?! É sempre um prazer imenso ouvir coisas boas da maneira como escrevo, até pq sei como posso ser insegura quanto a isso - mesmo que de vez em quando. Muito obrigada, Silvio. Sinto-me honrada.
Hasta la vista!
A oportunidade de assistir do balcão nobre, por apenas R$1, a Orquestra Sinfônica Brasileira, as trilhas sonoras de John Williams, tocadas por profissionais bastante competentes... não tem preço. Er, digo... teve sim. 1 real. Mas poderia ter sido R$30, se tivesse conseguido comprar ingresso pela internet para sábado. E mesmo assim, não dita o valor que foi sentir um arrepio de alegria ao escutar as notas iniciais de Tubarão, as lágrimas nos olhos causadas pela celesta quando começou o tema de Harry Potter, o acelerado batimento cardíaco com o auge de Jurassic Park...
A abertura do Tributo, no Municipal, foi reservada para o tema de Superman. Começou bem. Eu não sabia se ria ou chorava. Só tinha uma ligeira noção da minha felicidade, que foi aumentando com o passar das músicas. É claro que eles guardaram Star Wars para o fim da orquestração, o que é ultra compreensível, não só por ser um dos temas mais bem reconhecidos do John Williams, mas também pela presença do Conselho Jedi do Rio de Janeiro que se divertiu com a surpresa do final.
Membros do Conselho se vestiram de Stormtrooper, Vader, Chewbacca que, além das fotos, deram ao público também o tema completo da Marcha Imperial, regida pelo Darth Vader, o próprio. :P Mó barato! O pessoal adorou.
Antes da brincadeira final, a OSB finalizou com ET. Só depois de sair do Teatro Municipal, com o estômago gritando de fome e comendo no Amarelinho, conversando com o Argentino sobre o Tributo, que caiu a ficha. Um de nossos maiores sonhos - escutar as trilhas sonoras de John Williams com instrumentos musicais ao vivo - tinha acabado de ser realizado. E não podia ter sido melhor...
Foi ainda repassando todas as músicas na cabeça, de novo, de novo e de novo, que seguimos para a exposição de Krav Magá no Centro Cultural da Justiça Federal e mais tarde para o cinema, ver Fúria de Titãs em 3D.
O tema da exposição é sobre a arte da defesa pessoal Israelense, em homenagem ao criador do Krav Magá e aos 20 anos da arte no Brasil. A exposição conta com uma ala sobre Imi Lichtenfeld, uma sobre as técnicas, outra sobre os 20 anos da luta no Brasil e, é claro, um pouco sobre Israel. Muito boa!
KRAV MAGÁ 2010 - EXPOSIÇÃO
Centro Cultural Justiça Federal
Período: 21/04/2010 a 06/06/2010
Galerias do 1º andar: A1/B1, C1 e D1/E1
Av. Rio Branco, 241 – Centro, Rio de Janeiro
Aberto de terça a domingo, das 12h às 19h.
Tel. (21) 3261-2550
Entrada Franca
Meu domingo foi cansativamente perfeito! Estou em paz com a minha felicidade depois de hoje. :P E qual não foi minha surpresa ao receber um e-mail de um professor da faculdade, muito querido, elogiando meu blog?! É sempre um prazer imenso ouvir coisas boas da maneira como escrevo, até pq sei como posso ser insegura quanto a isso - mesmo que de vez em quando. Muito obrigada, Silvio. Sinto-me honrada.
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sexta-feira, 21 de maio de 2010
Palavra do dia? Gato!
Às vezes meu gato sobe no meu colo e com as duas patas fica me massageando, empurrando minha barriga pra baixo deixando a marquinha de suas garras afiadas, que tenho preguiça de cortar. Se eu corto, ele vai e afia tudinho de novo no sofá da sala, que era novinho em folha até dezembro do ano passado e agora está em pedaços. Affe.
Às vezes ele mia baixinho quando eu não to dando atenção pra ele e quando eu olho, ele levanta a cabeça e - juro que só falta ele falar - pede para eu fazer carinho embaixo do pescoço dele. É tão fofinho. Mas a melhor parte é quando eu chego em casa e ele vai até a porta para ver quem é... e quando o vejo, ele se deita no chão com a barriga pra cima, fazendo manha, miando e rolando no chão, com o charme que só os gatos sabem fazer. Aquele olhar 'gato de botas' que eles têm mania quando querem uma comida de humano, em vez da ração boboca deles, sabe?
De vez em quando acho que sou má com o meu Fofucho. Não dou tanta besteira pra ele, pq fico sempre com medo dele vomitar. Não gosto quando ele vomita. Me dá nervoso, por mais que seja - na maioria das vezes - bola de pelo. O veterinário disse que ele vomita também para chamar atenção, o que já demonstra que estou sendo uma mãe desnaturada. Mal tenho tempo para o meu filhote.
Fofucho sempre foi carente, desde o primeiro dia. Cada ano acrescentou ainda mais carência à sua vida fofucha. Eu sei que é insuportável em certos momentos, você quer ficar na sua, dormir ou simplesmente viver um momento solitário, mas ele tá sempre lá pra encher o saquinho. Essa bola de pelo é minha coisinha preciosa.
Mesmo que ele não goste de mim mais como ele gostava antes. Depois que o abandonei para viver no exterior por 4 meses, ele não é mais o mesmo comigo. Desde que voltei, até brinca comigo, procura minha atenção, mas somente - e essa é uma condição única e pura - quando minha mãe não está em casa. Quando ela chega, qualquer carinho ou brincadeira que eu estivesse conjeturando vai por água abaixo, porque a Rainha chegou e seu servo número 1 precisa lhe dar às boas vindas.
Lembro quando ela falava: "Vai pra sua amada, vai! Vai pra sua amada, bobalhão!" em tom de brincadeira, quando o fofucho ignorava seus chamados e só queria saber de mim. Agora dizer que é o oposto que acontece, é dizer pouco. :P
Mas ele tem razão de ficar assim... qual mãe abandona seu filho por 4 meses, sem dar notícias, sem falar nada... sem explicar? Minha mãe foi a única pessoa que ele teve para cuidar dele esse tempo todo. Que nunca sai de perto dele, que mima ele completamente... minha mãe é de fato a melhor mãe do mundo. Eu nunca vou conseguir ser metade da mãe que ela é!
Nesse momento, ele tá dormindo (ahhh, meu momento predileito, risos) do meu lado e há poucos minutos atrás tava se esfregando com sua carinha pequena e fofucha no monitor do meu laptop. E ficou esfregando minha barriga com suas patinhas matadoras, quase como se soubesse que eu to com dor e precisasse de uma massagenzinha para melhorar. Isso tudo, é claro, até minha mãe chegar. :P
Apesar de parecer rancorosa e ciumenta, não sou não. Eu prefiro que seja assim. Afinal, ele tem mais de uma pessoa que ama ele de montão e que cuida dele com carinho. E ninguém melhor do que minha mãe. Eu já provei ser muito desnaturada. Mas cada dia eu tento ser menos e aprender cada vez mais com a minha mamoca. Afinal, gatos são criaturas lindas e fofas que merecem ser cuidadas com todo o amor do mundo!
Fofucho, meu gostoso, eu te amo!
Obs. Eu não sou apenas uma cat person, como eu sempre disse e a Giu disse hoje lá na Editora, eu sou também dog person, bird, horse, bear, all-kinda-animal person. Amo animais! =)
Hasta la vista!
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segunda-feira, 17 de maio de 2010
Palavra do dia? Canto!
Dicionário:
subst m canto ['kɐ̃to] ângulo, esquina
subst m canto sons musicais emitidos pela voz
Se tem uma coisa que eu amo muito fazer além de escrever é cantar! E da mesma forma que de vez em quando tenho bloqueios de escritor, também acontece com o canto.
Depois de quase 3 anos de negligência vocal, finalmente retorno às aulas que tanto me agradavam quando eu era uma simples menina em busca de um sonho. :P
Vou te falar que depois de um dia longo no trabalho, da tensão do dia, das preocupações com a faculdade e tudo mais, cantar numa aula de canto, com direito a exercícios de voz e respiração é tão relaxante e libertador quanto uma aula de Krav Maga.
Por isso eu amo segundas-feiras! Ninguém acredita em mim, mas é como me sinto. Você também gostaria se tivesse um trabalho super legal, aulas de krav maga e aula de canto, tudo num dia só! E sem aula de faculdade, devo acrescentar! Ponto mais importante e feliz do dia!
É cansativo? É. Cheguei em casa hoje azul de fome, querendo tomar banho para lavar até a alma e deitar na minha caminha gostosa. Infelizmente, minhas obrigações de pirralha pedem que eu faça uma pesquisa giga sobre o aumento dos veículos nos últimos anos e focar no assunto 'acidentes' relacionados, para a matéria de amanhã da faculdade. Ninguém merece.
No meio tempo ainda tenho que ler textos e textos de filosofia, mandar milhões de e-mails, solucionar problemas, arranjar uma pauta legal para escrever uma matéria pro jornal da faculdade e ainda dar atenção para minha mãe e o namorado. Além de escrever, é claro!
Realmente!! As pessoas acham que computador e internet facilitou e revolucionou o mundo. Só deixou as nossas vidas mais e mais complicada, isso sim. Affe. Mas por que eu to desabafando se o assunto era feliz e fofinho? Viu o que essa correria não faz com a gente?
Onde eu estava mesmo? Canto. Hoje cantei 'Colors of the Wind', do filme Pocahontas. Não foi a primeira vez, mas estava tão empolgada e nervosa com a minha primeira aulinha, que me pareceu novidade. A aula não foi ruim e talvez ainda leve algum jeito. Só preciso de mais prática. Quem sabe não entro para uma banda, coisa que tanto queria, ainda este ano?
Quando comecei a aula de canto anos atrás, o meu maior medo era da apresentação. Não de cantar. Mas de ver que as pessoas iriam prestar atenção em mim. Pode parecer bocó, mas eu fico mais nervosa com as pessoas que conheço do que com desconhecidos. Se fosse cantar no maracanã para milhões de pessoas que nunca vi na vida, não teria nenhum problema de soltar a voz, mas quando o assunto é família e amigos... eu travo. Vai entender.
Ainda bem que agora estou mais amadurecida e pronta para não deixar isso intervir nos meus objetivos. Não estou em condições financeiras para me deixar atrapalhar por um receio idiota de ser julgada por terceiros. Agora eu quero é cantar... não importa quem for a plateia, se é que terei alguma, risos. Vou vencer o medo. Vou vencer a vergonha. Tenho certeza!
Curiosidade. Não sei quanto às pessoas, mas eu costumava achar que na adolescência escrevia melhor pq era mais dramática (por incrível que pareça), melancólica, amargurada. Vc sabe! Adolescentes. Sempre filosofando, praticando o idiotismo, se punindo com uma infelicidade inútil. E dessa atitude toda, é claro que saía uns textos legais. Pq gera assunto para se escrever. Sobre o amor, sobre a morte, sobre a vida, sobre o pensamento e a filosofia do saber.
Todo mundo é adolescente um dia e deve saber o que estou falando. Mas o que eu não sabia era que eu podia me divertir escrevendo sobre coisas legais também. Engraçadas e felizes. O bloqueio não existe só porque estou completa, satisfeita com a vida, com o amor, com o trabalho, com a família... O bloqueio é psicológico. É pura falta de foco.
E da mesma forma que isso acontece com a escrita, acontece com o canto. Um dia, também achei que precisava da tristeza e do drama pra cantar bonito. Muito pelo contrário. Sem alto-estima, a voz se esconde e o canto deixa de existir. É melhor cantar feliz... Se expressar com o que há de melhor nessa vida.
Afinal tem coisa melhor do que ser feliz? E não diga 'sexo' pq, afinal, isso faz parte da felicidade. ;)
Hasta la vista!
subst m canto ['kɐ̃to] ângulo, esquina
subst m canto sons musicais emitidos pela voz
Se tem uma coisa que eu amo muito fazer além de escrever é cantar! E da mesma forma que de vez em quando tenho bloqueios de escritor, também acontece com o canto.
Depois de quase 3 anos de negligência vocal, finalmente retorno às aulas que tanto me agradavam quando eu era uma simples menina em busca de um sonho. :P
Vou te falar que depois de um dia longo no trabalho, da tensão do dia, das preocupações com a faculdade e tudo mais, cantar numa aula de canto, com direito a exercícios de voz e respiração é tão relaxante e libertador quanto uma aula de Krav Maga.
Por isso eu amo segundas-feiras! Ninguém acredita em mim, mas é como me sinto. Você também gostaria se tivesse um trabalho super legal, aulas de krav maga e aula de canto, tudo num dia só! E sem aula de faculdade, devo acrescentar! Ponto mais importante e feliz do dia!
É cansativo? É. Cheguei em casa hoje azul de fome, querendo tomar banho para lavar até a alma e deitar na minha caminha gostosa. Infelizmente, minhas obrigações de pirralha pedem que eu faça uma pesquisa giga sobre o aumento dos veículos nos últimos anos e focar no assunto 'acidentes' relacionados, para a matéria de amanhã da faculdade. Ninguém merece.
No meio tempo ainda tenho que ler textos e textos de filosofia, mandar milhões de e-mails, solucionar problemas, arranjar uma pauta legal para escrever uma matéria pro jornal da faculdade e ainda dar atenção para minha mãe e o namorado. Além de escrever, é claro!
Realmente!! As pessoas acham que computador e internet facilitou e revolucionou o mundo. Só deixou as nossas vidas mais e mais complicada, isso sim. Affe. Mas por que eu to desabafando se o assunto era feliz e fofinho? Viu o que essa correria não faz com a gente?
Onde eu estava mesmo? Canto. Hoje cantei 'Colors of the Wind', do filme Pocahontas. Não foi a primeira vez, mas estava tão empolgada e nervosa com a minha primeira aulinha, que me pareceu novidade. A aula não foi ruim e talvez ainda leve algum jeito. Só preciso de mais prática. Quem sabe não entro para uma banda, coisa que tanto queria, ainda este ano?
Quando comecei a aula de canto anos atrás, o meu maior medo era da apresentação. Não de cantar. Mas de ver que as pessoas iriam prestar atenção em mim. Pode parecer bocó, mas eu fico mais nervosa com as pessoas que conheço do que com desconhecidos. Se fosse cantar no maracanã para milhões de pessoas que nunca vi na vida, não teria nenhum problema de soltar a voz, mas quando o assunto é família e amigos... eu travo. Vai entender.
Ainda bem que agora estou mais amadurecida e pronta para não deixar isso intervir nos meus objetivos. Não estou em condições financeiras para me deixar atrapalhar por um receio idiota de ser julgada por terceiros. Agora eu quero é cantar... não importa quem for a plateia, se é que terei alguma, risos. Vou vencer o medo. Vou vencer a vergonha. Tenho certeza!
Curiosidade. Não sei quanto às pessoas, mas eu costumava achar que na adolescência escrevia melhor pq era mais dramática (por incrível que pareça), melancólica, amargurada. Vc sabe! Adolescentes. Sempre filosofando, praticando o idiotismo, se punindo com uma infelicidade inútil. E dessa atitude toda, é claro que saía uns textos legais. Pq gera assunto para se escrever. Sobre o amor, sobre a morte, sobre a vida, sobre o pensamento e a filosofia do saber.
Todo mundo é adolescente um dia e deve saber o que estou falando. Mas o que eu não sabia era que eu podia me divertir escrevendo sobre coisas legais também. Engraçadas e felizes. O bloqueio não existe só porque estou completa, satisfeita com a vida, com o amor, com o trabalho, com a família... O bloqueio é psicológico. É pura falta de foco.
E da mesma forma que isso acontece com a escrita, acontece com o canto. Um dia, também achei que precisava da tristeza e do drama pra cantar bonito. Muito pelo contrário. Sem alto-estima, a voz se esconde e o canto deixa de existir. É melhor cantar feliz... Se expressar com o que há de melhor nessa vida.
Afinal tem coisa melhor do que ser feliz? E não diga 'sexo' pq, afinal, isso faz parte da felicidade. ;)
Hasta la vista!
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sexta-feira, 14 de maio de 2010
Palavra do dia? Atenção!
Eu estava atenta e só por esse motivo não fui assaltada hoje. Qualquer desvio num momento crucial, o cara teria me encurralado e provavelmente ter levado meu tão precioso Android. Digo, ele teria levado umas boas porradas antes, pq eu - perdoem-me a tolice aguda - jamais deixaria o cara levar meu Android sem sofrer as consequências de pelo menos tomar um dedão no olho.
Antes de contar como foi, em minha defesa, eu não fico tirando o celular da bolsa, não mexo nele na rua, não atendo em lugares esquisitos, às vzs até engano a situação usando o fone do celular para ninguém ver o aparelho com o qual atendi a ligação... Enfim. Eu tomo meus cuidados. Também não comprei meu celular para não usar, senão é pura asneira. Cidade violenta e babaca é assim mesmo. Se for para viver com medo então não saio mais de casa.
Foi assim:
Desci do ônibus na Lagoa, em frente à UniverCidade. Atrevessei o sinal quando ele abriu para os pedestres, como uma boa menina. Era cedo. Dava tempo de ir para casa trocar de roupa pro aniversário da Danny. 20:30 no Kilograma e eu ainda tinha que assistir 'O manifesto de Marx' com uma das únicas professoras que vale a pena assistir aula naquela faculdade. E acho que ela não se importaria com a minha saída antecipada durante a aula. Até pq se eu tivesse que esperar até às 22h, nada de pizza.
Como dava tempo então de passar em casa, passei pela faculdade e segui em frente. Nesse momento meu telefone tocou. Era o Pablo. Queria solucionar uma dúvida da tradução de umas palavras do português para o inglês. Como eu não tinha certeza, disse que ia ligar para a minha mãe e retornar a ligação com a resposta correta, sem margem de erro.
Era urgente e eu não poderia esperar chegar em casa. Esse foi meu primeiro erro. Não entrar no barzinho famoso da faculdade, o 'Mosca', para fazer a ligação. Afinal, aquela área não é nada segura e meu aparelho, vamos combinar - acho que já deixamos isso muito claro -, chama atenção.
No entanto, como estava falando com o Pablo por meio dos fones e não tinha como ligar para a minha mãe sem ter que mexer no aparelho, coloquei-o bem perto da minha barriga, envolvi sua parte de trás com as mãos formando uma concha, mas não adiantou nada. Que amadora que eu sou.
Enquanto discava os números na tela gigante touchscreen, uma pessoa andava rápido atrás de mim e logo me alcançou e quando o fez, imediatamente, diminuiu o passo, foi quando sua presença me chamou a atenção.
Era um rapaz novo, branco, cabelo raspado que se espalhava na sua cabeça grande e calva, forte, mas não exatamente gordo, robusto e usava bermudas, tênis Rebook e um casaco moletom azul marinho velho.
Olhei de rabo-de-olho para o meu lado esquerdo e vi que o cara tinha uma de suas mãos guardada no bolso direito do casaco e a outra se movimentava livremente. Além disso, ele se aproximava cada vez mais de mim, enquanto eu discava o número de casa. Tudo aconteceu em segundos. E tudo porque eu estava atenta.
Ao perceber que se eu continuasse andando, isso só me levaria à morte certa, parei de andar, assim, bruscamente, sabe? Um passo depois, ele parou tb. Logo na minha frente. Vai me dizer que ele queria apenas me pedir a hora? Por favor, né? Eu já fui assaltada 2 vezes. Sei como os caras ficam - o prelúdio - logo antes de agir. Não pensei duas vezes. Dei a volta e enquanto andava rápido, arrisquei uma olhadela para trás. O cara repetiu meus passos. Ele não ia desistir. Amador.
Entrei no mosca ainda com o celular na mão. Tinha esquecido completamente que havia discado o número de casa. Minha mãe já tinha atendido e dizia: 'Alô! Alô!'. Tadinha. Atendi ainda de olho no maluco que parara em frente ao Mosca, pedi a informação que eu queria e desliguei meio desnorteada. Liguei pro Pablo, contei tudo a ele. Me aconselhou a pedir ajuda a alguém para me acompanhar até a faculdade.
Enquanto eu falava com ele, o assaltante bobalhão fingiu que atendeu o celular e foi embora na direção da faculdade. Ai. Ai. Esperei 10 minutos contados no relógio e depois pedi ajuda à uma menina que andava com um rapaz, pq ambos pareciam estudantes.
Quando cheguei na faculdade, sem ter trocado de roupa, foi que respirei direito e repassei cada quadro na minha cabeça. Posso dizer ao certo, que se não fosse pela minha astúcia em prestar atenção à minha volta, eu seria uma ex-portadora de um Nexus.
By the way, o aniversário na pizzaria foi um máximo e me diverti horrores. Só não aguento mais comer pizza! :P
Hasta la vista!
Antes de contar como foi, em minha defesa, eu não fico tirando o celular da bolsa, não mexo nele na rua, não atendo em lugares esquisitos, às vzs até engano a situação usando o fone do celular para ninguém ver o aparelho com o qual atendi a ligação... Enfim. Eu tomo meus cuidados. Também não comprei meu celular para não usar, senão é pura asneira. Cidade violenta e babaca é assim mesmo. Se for para viver com medo então não saio mais de casa.
Foi assim:
Desci do ônibus na Lagoa, em frente à UniverCidade. Atrevessei o sinal quando ele abriu para os pedestres, como uma boa menina. Era cedo. Dava tempo de ir para casa trocar de roupa pro aniversário da Danny. 20:30 no Kilograma e eu ainda tinha que assistir 'O manifesto de Marx' com uma das únicas professoras que vale a pena assistir aula naquela faculdade. E acho que ela não se importaria com a minha saída antecipada durante a aula. Até pq se eu tivesse que esperar até às 22h, nada de pizza.
Como dava tempo então de passar em casa, passei pela faculdade e segui em frente. Nesse momento meu telefone tocou. Era o Pablo. Queria solucionar uma dúvida da tradução de umas palavras do português para o inglês. Como eu não tinha certeza, disse que ia ligar para a minha mãe e retornar a ligação com a resposta correta, sem margem de erro.
Era urgente e eu não poderia esperar chegar em casa. Esse foi meu primeiro erro. Não entrar no barzinho famoso da faculdade, o 'Mosca', para fazer a ligação. Afinal, aquela área não é nada segura e meu aparelho, vamos combinar - acho que já deixamos isso muito claro -, chama atenção.
No entanto, como estava falando com o Pablo por meio dos fones e não tinha como ligar para a minha mãe sem ter que mexer no aparelho, coloquei-o bem perto da minha barriga, envolvi sua parte de trás com as mãos formando uma concha, mas não adiantou nada. Que amadora que eu sou.
Enquanto discava os números na tela gigante touchscreen, uma pessoa andava rápido atrás de mim e logo me alcançou e quando o fez, imediatamente, diminuiu o passo, foi quando sua presença me chamou a atenção.
Era um rapaz novo, branco, cabelo raspado que se espalhava na sua cabeça grande e calva, forte, mas não exatamente gordo, robusto e usava bermudas, tênis Rebook e um casaco moletom azul marinho velho.
Olhei de rabo-de-olho para o meu lado esquerdo e vi que o cara tinha uma de suas mãos guardada no bolso direito do casaco e a outra se movimentava livremente. Além disso, ele se aproximava cada vez mais de mim, enquanto eu discava o número de casa. Tudo aconteceu em segundos. E tudo porque eu estava atenta.
Ao perceber que se eu continuasse andando, isso só me levaria à morte certa, parei de andar, assim, bruscamente, sabe? Um passo depois, ele parou tb. Logo na minha frente. Vai me dizer que ele queria apenas me pedir a hora? Por favor, né? Eu já fui assaltada 2 vezes. Sei como os caras ficam - o prelúdio - logo antes de agir. Não pensei duas vezes. Dei a volta e enquanto andava rápido, arrisquei uma olhadela para trás. O cara repetiu meus passos. Ele não ia desistir. Amador.
Entrei no mosca ainda com o celular na mão. Tinha esquecido completamente que havia discado o número de casa. Minha mãe já tinha atendido e dizia: 'Alô! Alô!'. Tadinha. Atendi ainda de olho no maluco que parara em frente ao Mosca, pedi a informação que eu queria e desliguei meio desnorteada. Liguei pro Pablo, contei tudo a ele. Me aconselhou a pedir ajuda a alguém para me acompanhar até a faculdade.
Enquanto eu falava com ele, o assaltante bobalhão fingiu que atendeu o celular e foi embora na direção da faculdade. Ai. Ai. Esperei 10 minutos contados no relógio e depois pedi ajuda à uma menina que andava com um rapaz, pq ambos pareciam estudantes.
Quando cheguei na faculdade, sem ter trocado de roupa, foi que respirei direito e repassei cada quadro na minha cabeça. Posso dizer ao certo, que se não fosse pela minha astúcia em prestar atenção à minha volta, eu seria uma ex-portadora de um Nexus.
By the way, o aniversário na pizzaria foi um máximo e me diverti horrores. Só não aguento mais comer pizza! :P
Hasta la vista!
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domingo, 9 de agosto de 2009
Bebê Panda espirrando
UAHAHAAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAH
Video do mês, sinceramente! =) Hilário!
Hasta la vista!
"Even peace may be purchased at too high a price."
Benjamin Franklin
Video do mês, sinceramente! =) Hilário!
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quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Cálculo de idade para cachorros e gatos
Achei interessante e resolvi compartilhar...
Felinos:

Caninos:

Fonte: Ahtrine
Hasta la vista!
"Men talk of killing time, while time quietly kills them."
Dion Boucicault
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Dion Boucicault
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